No Tempo das Cavernas - O Homem ainda vive...

Apesar de uma sociedade civil com tantos avanços tecnológicos, o avança do conceito de vivências ainda permanece estagnado como se não tivéssemos passado por situações mais desgastantes em nosso passado.
No que se diz estrutura material, com certeza estamos anos-luz à frente da Era Jurássica, porém no âmbito sociológico, os desgastes, embates e duelos que tratávamos em tempos remotos ainda acontecem em nosso tempo com todo o avanço de nossa Ciência.
No momento em que o Homem aprendeu a falar, sua primeira vontade de ter sido a de reclamar, pois ele apenas sentia os golpes e devolvia-os com sua agressividade travando duelos e batalhas seguidos de um horrendo derramameto de sangue. Por tudo aquilo que o Homem já guardava em seu íntimo e não tinha capacidade para expressar, ele começou a expurgar através de sons guturais que mais adiante foram tendo o seu registro nas paredes das cavernas – escrituras rupestres.
Isso nos leva a crer que, as primeiras palavras ditas, sons e registros audíveis foram para expandir sinais de uma dor retraída.

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