HABILIDADES SOCIAIS – 2ª Parte



Capacidade de se colocar no lugar do outro e interpretar a situação sobre outros ângulos, se sensibilizar quanto à situação de nosso semelhante, termos habilidade suficiente para nos expressar sem ferir nem magoar nosso irmão são algumas dádivas que temos que trabalhar para que tenhamos um bom convívio social.
EMPATIA – capacidade de acolher, entender uma pessoa. Colocar-se no lugar do outro demonstrando respeito e aceitação pelo problema enfrentado por ele.
Não sua definição: Você se considera empático? Você se coloca no lugar das pessoas? Tenta entender a situação e o que levou aquela pessoa a estar passando por tal provação?
Estudos mostram que o ser humano tem uma predisposição a desenvolver empatia. A empatia deve ser estimulada, possui vários níveis e é contagiante. Pais e professores são os primeiros a terem contato com a criança e são os responsáveis por estimularem o desenvolvimento da empatia. Na etapa inicial da socialização da criança é natural que ela queira ser o centro das atenções e que tudo do bom e do melhor seja voltado pra ela. Cabe ao adulto mostrar que o ambiente é de todos e que compartilhar objetos, espaço, idéias, sentimentos é o melhor caminho para não termos pessoas mais humanas. O estímulo da sensibilidade se dá quando a criança nota a importância de se preocupar com o seu semelhante. Quando estimulamos a criança a desenvolver tais habilidades estamos criando pessoas sensíveis e fortes.
Resolver conflitos com sabedoria, avaliação mais justa de suas necessidades e sentimentos perante os outros, pessoas mais acolhedoras. Cooperação e coleguismo passam a ser lemas dessas crianças.


ASSERTIVIDADE – habilidade de expressar sentimentos e opiniões levando em consideração seus próprios direitos e respeitando os direitos, sentimentos e opiniões de outras pessoas.
Capacidade de expressão sem causas constrangimento a outro e de forma não agressiva. A passividade acontece quando deixamos de opinarmos em relação à tal assunto, prejudicando um bom relacionamento interpessoal. Os sentimentos assim, são deixados de lado.
Expressando-nos de forma assertiva, é possível expressar tanto sentimentos negativos, insatisfações, raiva e decepção em relação ao comportamento alheio sem causar mágoas e nem rancor. Uma maior facilidade em criticar e ser criticado, opinar sobre diversos assuntos, expor idéias e tomar decisões.
Relacionamentos mais saudáveis, respeito a si e ao próximo, auto-estima elevada, segurança pessoal e satisfação consigo mesmo. Por se tratar de uma habilidade, a assertividade pode ser desenvolvida. Uma criança que aprende a se comportar assertivamente na sua infância, tem a possibilidade desde cedo de iniciar e manter relacionamentos interpessoais saudáveis e satisfatórios.
E suas habilidades como vêm sendo treinadas? Você reflete antes de dar uma resposta áspera?

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