Vícios da Educação


EDUCAÇÃO JESUÍTICA (Religiosa)

Sem deixar de mencionar as bem-feitorias dos padres jesuítas sendo ela a educação dos nativos, a luta contra a escravidão, a construção de várias vilas que hoje são metrópoles como a cidade de São Paulo. Porém alguns aspectos que levaram ao atraso de nossa educação: o objetivo da educação naquela época era o desenvolvimento de virtudes não de competências. 
"Você deve estudar para ir para o céu." Nâo era visado a melhora nas competências e na qualidade de vida. Fora o incentivo a "macetes" e técnicas de "decorebas" para facilitar o 'avanço' do aluno nas suas matérias (vide a postagem Vestibular mais adiante).

EDUCAÇÃO PARA A OBEDIÊNCIA
 
Educação voltada para o trabalho-em-massa - daí o termo - funcionário. Durante a Revolução Industrial a alçada da educação foi passada então par o Estado. E o Estado por si só pela dependência de impostos se submente a uma educação muito "robotizada" muito bem retratada por Charles Chaplin em seu papel "O Vagabudo" no memorável Tempos Modernos em 1936. O modelo educativo passa a se voltado para a pontualidade, obediência e trabalho repititivo.

VESTIBULAR
 
Educar é ensinar a pensar e não passar adiante um conteúdo programático sem sequer extrair seus conceitos e significados. O aluno estuda mas não aprende de verdade, pois sua percepção de valor não é notada por ele. Educar não é ensinar a fazer provas e desenvolver macetes para driblar tal questão naquele momento e sim criar um senso crítico e desenvolver a capacidade do raciocínio.

O EXCESSO DA PRÁTICA DA RETÓRICA
 
Se pela resposta podemos conhecer a erudição de uma pessoa, é pela pergunta que podemos perceber sua inteligência. Permitir a pergunta é estimular o pensamento. A questão é que os professores elaboram aulas com um excesso de matéria para ser repassada em um curto espaço de tempo. Isso acaba inibindo a dialética entre aluno/professor.

Entender nossos vícios é importante porque quando saimos da escola não deixamos de ser alunos e estimular o pensamento demanda da capacidade de compreender as opiniões das outras pessoas. Portanto, se alguém se julga melhor ou mais inteligente que outra pessoa na verdade não passa de um presunçoso.

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